CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Terapia por Ondas de Choque tem excelentes resultados para bursite do quadril

Envie a um amigo:

Inflamação da Bursa (pequeno saco gelatinoso que normalmente contém uma pequena quantidade de fluído), que atua como uma espécie de almofada entre os ossos e os tecidos moles, recobrindo-os, a bursite no quadril pode provocar dor ao caminhar, com irr...

Inflamação da Bursa (pequeno saco gelatinoso que normalmente contém uma pequena quantidade de fluído), que atua como uma espécie de almofada entre os ossos e os tecidos moles, recobrindo-os, a bursite no quadril pode provocar dor ao caminhar, com irradiação até o joelho ou a perna. Em casos mais severos, elevar a perna pode ser uma tarefa difícil de realizar, dificultando o ato de subir escadas. Até mesmo cruzar a perna pode passar a ser algo inatingível.

Terapia por Ondas de Choque – TOC é um método indolor e não invasivo

“Bursites crônicas, cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito, devem ser tratadas com a Terapia por Ondas de Choque – TOC -, um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos”, explica o Reumatologista Antonio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Presidente da SBOTOC (Sociedade Brasileira de Terapia de Ondas de Choque), ele acaba de participar do 48º CBOT 2016 – Congresso Brasileiro de Ortopedia, que aconteceu, em Belo Horizonte, onde deu um curso sobre a TOC e suas aplicações no quadril.

“A bursite é muito comum, com quadro de muita dor. Quando o tratamento convencional não oferece uma boa resposta, utilizamos a TOC. Os resultados do uso da TOC para bursite no quadril são excelentes. Com em média 3 ou 4 sessões, é possível tratar e resolver o problema. A TOC é o mais moderno e eficaz tratamento, feito em consultório médico, sem internação e em média com três sessões, de 20 a 30 minutos cada. Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações”, garante ele.


Método Maitland, no combate à dor

Envie a um amigo:

Aliviar a dor é o principal objetivo do método Maitland, um tratamento fisioterápico não embasado apenas em uma técnica de mobilização articular em si, mas sim uma “filosofia” que engloba a avaliação e o tratamento, que defende o raciocínio clínico b...

Aliviar a dor é o principal objetivo do método Maitland, um tratamento fisioterápico não embasado apenas em uma técnica de mobilização articular em si, mas sim uma “filosofia” que engloba a avaliação e o tratamento, que defende o raciocínio clínico baseado principalmente nos achados clínicos. “Esse método é utilizado para aliviar dores e liberar com segurança determinadas estruturas, apresentando o objetivo de restaurar os movimentos e a amplitude de movimento normal, melhorando, assim, a função do indivíduo”, explica o fisioterapeuta Thiago Coutinho, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O fisioterapeuta explica que o tratamento é comumente indicado para pacientes com disfunções neuromusculoesqueléticas (podendo estar envolvidas as articulações periféricas e/ou da coluna vertebral, além da articulação temporomandibular – ATM). “O grande impacto do conceito Maitland não reside nas técnicas, mas sim no processo de avaliação clínica meticulosa que permite, inclusive, que quaisquer outras modalidades de mobilização ou manipulação possam ser agregadas, aplicadas e reavaliadas sem comprometer em absolutamente nada o processo de raciocínio clínico. Porém, essas técnicas são preferencialmente usadas para tratamento de disfunções da coluna vertebral”, finaliza ele.

No CREB, o conceito Maitland é, muitas vezes, associado ao RPG e ao Pilates , procurando utilizar essas técnicas preferencialmente para tratamento de disfunções da coluna vertebral, o que traz relaxamento, alívio e bem estar ao paciente. Os resultados alcançados têm sido excelente, ressalta Coutinho.


Atletas precisam de cuidados específicos para voltar a treinar após alta da Covid-19

Envie a um amigo:

Um trabalho recém publicado em conjunto por diversas entidades médicas, entre as quais a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte e o Grupo de Estudos de Cardiologia do Esporte, ressalta a necessidade do atleta realizar exames e adotar protocolos específicos na volta à prática do esporte, após a alta da Covid-19.

Válido para atletas amadores ou profissionais, o estudo aponta fragilidades no organismo, mesmo após a recuperação da doença, que merecem toda a atenção.

De acordo com o estudo, os atletas são recomendados a jamais minimizar os riscos da doença, que pode deixar rastros muitas vezes invisíveis. Uma das preocupações é com a saúde do coração. Segundo o estudo, o pós-Covid19 pode trazer, miocardite e formas de arritmia cardíaca, além de provocar exaustão em muitos pacientes que venceram o novo coronavírus.

– O que se pode perceber, até o momento, é que o quadro de exaustão é muito comum no pós-doença. Por conta do isolamento social, até mesmo quem não teve a doença diagnosticada pode apresentar perda de massa. Um estudo com 2700 pessoas apontou que 44% tiveram a massa magra reduzida em média 700 gramas, mesmo entre pessoas que não foram contaminadas pelo novo coronavírus. Claro que isso traz repercussões, principalmente em atletas que tiveram a doença – explica o ortopedista e especialista em medicina do esporte Rodrigo Kaz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, atletas também podem apresentar redução da capacidade respiratória, consequência da diminuição das mitocôndrias, complexo enzimático que produz energia.

– As repercussões não são as mesmas para todos. Mas temos percebido que em geral a capacidade respiratório do paciente pós-Covid19 apresenta nítida redução – garante.

Reabilitação física é fundamental para pacientes que estiveram internados

De acordo com o Dr. Rodrigo, é absolutamente recomendável a pacientes que forma internados e venceram a Covid-19 procurar o seu médico para avaliar a necessidade de um programa de reabilitação, que envolva, por exemplo, sessões de fisioterapia.

– A maior parte dos pacientes que foram infectados e internados por conta da Covid-19 precisa de atendimento especializado para recuperarem integralmente sua qualidade de vida. Muitos pacientes evoluem da doença com fraqueza muscular, déficit de marcha, limitações físicas e funcionais, perda de equilíbrio e até déficits neurológicos, decorrentes de uma internação demorada e sequelas diretas da doença. A reabilitação alivia a dor e devolve a qualidade de vida perdida – justifica o ortopedista do CREB.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619